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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Sude extrema


Ainda de acordo com a publicação, Angela sofreu uma embolia do líquido amniótico, um problema muito raro que acontece em um a cada 80 mil nascimentos. O líquido que envolve o feto no útero obstrui a artéria pulmonar da mãe. Os pulmões de Angela entraram em colapso, e ela teve hemorragia interna. Os médicos chegaram a dizer para a família que ela poderia não sobreviver.
- Me sinto tão sortuda por estar aqui. Realmente abençoada que as duas meninas estão conosco. Poderia ser muito diferente - desabafou.
Angela chegou ao hospital com uma grave reação alérgica às células das crianças. Por isso, os médicos decidiram induzir o parto, para salvar mãe e filhas.

As meninas nasceram com um minuto de diferença entre elas. Angela, que também é mãe de Olivia, de 4 anos, ainda precisou de três horas para ser estabilizada. Só depois foi levada para a unidade de tratamento intensivo, em coma. Os médicos disseram que ela poderia permanecer nesse estado por dias ou semanas. Mas a britânica ela acordou 12 horas depois, para o alívio do marido, Peter. E já recebeu alta na semana seguinte.
- Em alguns momentos, quando estou sozinha, eu choro e penso ‘e se tivesse acontecido?’. Mas eu tento não pensar muito sobre isso e apenas agradeço a minha sorte, e aos médicos e parteiras de plantão naquele dia - disse.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/britanica-tem-complicacao-rara-durante-parto-recebe-22-transfusoes-sanguineas-para-sobreviver-7211728.html#ixzz2Hc46U0Fw
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